
Ruas estreitas, ausência de arborização, de saneamento e escoamento nas ruas asfaltadas, canteiros moto-taxi, muros no meio de praças sem nenhuma utilidade esses são alguns elementos que encontramos na esquisita capital do Trarí, a Santa Cruz do Inharé.
A memória desta cidade foi demolida junto as diversas construções históricas, incluíndo casas, prédios comerciais, a primeira capela, os coretos, um em frente a capela e o outro na atual Praça Ezequiel Mergelino, que por sinal já mudou tanto de nome e foi mofidicada tantas vezes, que nem pode-se se falar em identidade, pois quando começa a se criar alguma, chega um prefeito e a derruba.
Para alguns pode parecer que toda essa destruição foi em nome do progesso e da modernidade, mas se enganam, os prédios destruídos dão lugar, hoje, a construções que a "arquitetura trairiense" projetou, sem critérios estabelecidos, com as mais absurdas cores e formas, constituindo "o cúmulo do ridículo".
A memória desta cidade foi demolida junto as diversas construções históricas, incluíndo casas, prédios comerciais, a primeira capela, os coretos, um em frente a capela e o outro na atual Praça Ezequiel Mergelino, que por sinal já mudou tanto de nome e foi mofidicada tantas vezes, que nem pode-se se falar em identidade, pois quando começa a se criar alguma, chega um prefeito e a derruba.
Para alguns pode parecer que toda essa destruição foi em nome do progesso e da modernidade, mas se enganam, os prédios destruídos dão lugar, hoje, a construções que a "arquitetura trairiense" projetou, sem critérios estabelecidos, com as mais absurdas cores e formas, constituindo "o cúmulo do ridículo".
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