Não há de negar que desde 2000 a cidade de Santa Cruz teve uma grande modificação urbanística, novas ruas calçadas, algumas asfaltadas, praças, postos de saúde, espaços para o lazer, entre outros. Porém, faltou planejamento quanto ao trânsito, a arborização, sem falar na ausência de um bom serviço hoteleiro. Há sequer um bom restaurante na cidade ou ainda um lugar onde podemos fazer ao menos um lanche rápido. Não avançaram dos churrasquinhos e trailers com horrosos sanduíches, vulgarizados de "podrões".
Mudou-se a aparência da cidade, mas faltou a essência, e sem ela as aparências não duram muito. As escolas permanecem as mesmas, com profissionais incapacitados para lecionar, indicados pela amizade, a biblioteca pública nunca recebeu livros comprados pela prefeitura, sobrevive de doações e dos esforços das funcionárias. Os postos de saúde só funcionaram bem nos primeiros anos, agora os médicos começam a faltar, e a ausência de material de expediente é constante, sem falar do terrível atendimento do hospital regional.
O comércio é composto praticamente apenas supermercados e mercadinhos com o estoque idêntico, farmácias e óticas é só o que tem, lojas de importados a cada 10 metros você encontra uma, vendendo os famosos "made in china". Muita loja de roupas populares, com tecido fraco e muito baratas, mas de pouca qualidade, há lojas "de grife" mas não vendem muito e por incrível que pareça os principais clientes são aqueles que deixar de comprar o feijão pra andar com "roupa de marca".
Esse é um panorama da cidade, que mal comporta as necessidades dos seus moradores e quantos mais de romeiros de todo o país e os mais entusiasmados, que não faltam, falam até de pessoas de outros países.
A cidade precisa de uma coisa: mudar a mentalidade, os pensamentos e os hábitos. Planejar antes de fazer, não ter pena de contratar arquitetos, engenheiros quando forem construir algo, consultores quando pensarem em abrir um novo empreendimento, e construir uma educação pública de qualidade para ensinar a população a pensar melhor antes de agir.
Mudou-se a aparência da cidade, mas faltou a essência, e sem ela as aparências não duram muito. As escolas permanecem as mesmas, com profissionais incapacitados para lecionar, indicados pela amizade, a biblioteca pública nunca recebeu livros comprados pela prefeitura, sobrevive de doações e dos esforços das funcionárias. Os postos de saúde só funcionaram bem nos primeiros anos, agora os médicos começam a faltar, e a ausência de material de expediente é constante, sem falar do terrível atendimento do hospital regional.
O comércio é composto praticamente apenas supermercados e mercadinhos com o estoque idêntico, farmácias e óticas é só o que tem, lojas de importados a cada 10 metros você encontra uma, vendendo os famosos "made in china". Muita loja de roupas populares, com tecido fraco e muito baratas, mas de pouca qualidade, há lojas "de grife" mas não vendem muito e por incrível que pareça os principais clientes são aqueles que deixar de comprar o feijão pra andar com "roupa de marca".
Esse é um panorama da cidade, que mal comporta as necessidades dos seus moradores e quantos mais de romeiros de todo o país e os mais entusiasmados, que não faltam, falam até de pessoas de outros países.
A cidade precisa de uma coisa: mudar a mentalidade, os pensamentos e os hábitos. Planejar antes de fazer, não ter pena de contratar arquitetos, engenheiros quando forem construir algo, consultores quando pensarem em abrir um novo empreendimento, e construir uma educação pública de qualidade para ensinar a população a pensar melhor antes de agir.
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